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Aprovada a quebra de sigilo fiscal de 21 empresas que são ligadas a Ricardo Barros

Por Maximilian Santos
19/08/2021 12:12 |
Atualizado em 13:05

A CPI da Covid, conduzida pelo Senado Federal, que trouxe a tona um possível esquema de corrupção e superfaturamento na compra de vacinas, aprovou na manhã desta quinta-feira (19), as quebras de sigilos fiscais das 21 empresas que o deputado federal pelo Paraná, Ricardo Barros (PP), líder de Bolsonaro na Câmara, mantém algum tipo de ligação.


O objetivo dos senadores da CPI é saber se essas empresas receberam algum tipo de recurso da Precisa Medicamentos, bem como qualquer outro negócio ou operação que envolva Francisco Maximiniano, proprietário da empresa. O empresário está sendo ouvido hoje, quinta-feira (19), na Comissão de Inquérito. A informação foi dada pelo site de direita, O Antagonista.

Estão entre as listas de empresas ligadas ao ex-primeiro-cavalheiro do Paraná (marido de Cida Borghetti) e ex-ministro da saúde, companhias de radiofusão, locadoras de veículos, mineradoras, incorporadoras, associações esportivas, entre outras. Entre elas a Qualidade de Vida Indústria e Comércio de Produtos Naturais Ltda.; Frequencial Empreendimentos de Comunicação Ltda.; Associação de Clubes de Vôlei –ACV; Mineralizadora Fonte de Luz Ltda.; AKB Magalhães Barros Locações Ltda.; RC4 Incorporações Ltda.; Centro de Educação Profissional Técnico Maringá Ltda.; Correspondente Bancário Mais em Conta S/A; Incorporadora e Empreendimentos S.A.; RC1 Incorporações Ltda.; PY 12 Incorporações S.A.; RC3 Incorporações Ltda.; Monlevade Incorporações Imobiliárias Ltda.; IFGVE Instituto de Formação, Gestão e Valor Educacional (PD) Ltda.; BHT Consultoria Ltda.; R.C.6 Mineração Ltda.; Instituto de Florestas do Paraná; Construtora Magalhães Barros Ltda.; RJM Loteadora Ltda ME; MBR Locação de Veículos Ltda. E BB Corretora Ltda.