Anvisa libera 1 dos 3 navios fundeados na baía de Paranaguá após casos de Covid


Por Marinna Prota
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No fim do mês passado, três navios foram fundeados na baía de Paranaguá após tripulantes das embarcações testarem positivo para a Covid-19. Segundo informações fornecidas pela Anvisa, agência responsável pelos navios e pela quarentena dos contaminados, um deles foi liberado após cumprir todos os procedimentos, incluindo uma retestagem feita em todos os tripulantes.

O navio de origem asiática Megna Pricess, com bandeira de Bangladesh, deixou nesta semana a baía de Paranaguá, onde ficou por 15 dias fundeado. A embarcação, que carregou soja no porto de Paranaguá, precisou passar por uma quarentena, após um tripulante apresentar sintomas relacionados a Covid-19 e ser internado em um hospital particular de Paranaguá, com exames que confirmaram a infecção por coronavírus.

Em nota a Anvisa afirmou que “o navio foi liberado ontem, 11/08, por ter cumprido o período de quarentena exigido, e pelo fato de todos a bordo terem testado negativo para Covid-19 na testagem final. Não há mais qualquer intercorrência relacionada a Covid-19 nesta embarcação”.

As embarcações Astakos, de origem Maltesa, que atracou no dia 26 de julho e o Red Head, da Antigua e Barbuda que chegou no dia 29, permanecem fundeados na baía. Ainda não há confirmações se os tripulantes destes navios foram infectados com a nova variante Delta, pois os resultados dos testes ainda não foram divulgados. “Embora o período de quarentena de uma embarcação seja de 14 dias, esse período pode ser alargado ou estendido caso ocorram intercorrências como detecção de novos casos, que reiniciam o período de contagem. Ou seja, cada caso é um caso”, disse a Anvisa.

Segundo a Anvisa, as positivações para Covid-19 já eram conhecidas mas o sequenciamento genômico para detectar a variante delta é uma opção “das secretarias de saúde locais, às quais estão subordinados os laboratórios centrais de saúde pública (lacens) e pode ser recomendado nos casos em que há indícios que liguem o caso a suspeitas de variantes de preocupação (VOC)”.

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