É preciso que o JB paute a questão Kersten?

por Redação JB Litoral
16/02/2015 12:00 (Última atualização: 16/02/2015)

Aprendi a conhecer, respeitar e admirar o prefeito Kersten desde quando passou pelo Palácio São José e no alto de sua idoneidade e transparência cobrou ações do ex-prefeito Roque, como um aumento do IPTU que resultou na agressão de Roque ao vereador Edson Veiga diante do protocolo da prefeitura. Na época, Kersten, Veiga, Ogarito Linhares e Alceu Chaves protocolavam explicações do aumento do IPTU e o resto da história todos sabem. Fui testemunha ocular do fato.

Mas depois que recebeu a gestão de graça, com o falecimento de Roque, o que deveria ser sua redenção e o início de um grande projeto de gestão, vem se transformando num emaranhado de erros e ações questionáveis. Já se passaram quase 20 meses no comando da prefeitura e não mais cabe culpar a gestão anterior ou usar a desculpa de “estar arrumando a casa”, para a gestão continuar emperrada. Com as principais secretarias “latifundiadas” politicamente, a impressão que passa é que o prefeito não tem o comando das decisões, a ponto do líder do seu governo na Câmara querer entregar esse fardo.Afinal não é missão das mais fáceis defender algo insustentávele comprometer uma vida inteira de trabalho a população.
Sem pretensão de ser o dono da verdade e tampouco de ser o grilo que fala na consciência das pessoas, o JB, se vê obrigado a pautar decisões e tentar mudar ações feitas pela administração, o que nos causou o rótulo, dado pelos próprios vereadores, do 18º vereador do Palácio Carijó. Foi assim mais recentemente com as duas licitações milionárias que foram canceladas pela prefeitura; saco de lixo e do papel sulfite. E agora, parece que a mesma filosofia foi estendida para sua base de apoio na Câmara que fugiu do plenário e impediu a votação de pedidos de informação importantes. Uma vergonha!
Não se vê que tudo isso é jogar contra a população e a cidade? Será que elegemos gestores e representantes para defender tão somente seus interesses pessoais, políticos e financeiros?
O eleitor e os parnanguaras estão vendo isso e em 2016 a resposta poderá vir através das urnas. Ainda é tempo de priorizar o povo e a cidade, basta ter algo que se fala com tanta facilidade, mas é tão difícil de por em prática; vontade política.

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