Passaporte da vacina: prefeito de Paranaguá explica como a medida é benéfica


Por Marinna Prota
Prefeito Marcelo Roque. (foto: Prefeitura de Paranaguá)

A publicação do decreto que prevê uma espécie de “passaporte da vacina” em Paranaguá gerou uma polêmica na cidade. O texto informa que estabelecimentos comerciais e públicos terão que fazer o controle de entrada das pessoas através da apresentação de um documento que comprove que o cidadão recebeu pelo menos uma dose da vacina contra a Covid-19.

A fiscalização seguirá sendo feita pelas autoridades sanitárias, mas os comerciantes deverão fazer a conferência dos documentos e em caso de irregularidades serão responsabilizados. Paranaguá já conta com mais de 98% da população vacinada com a 1ª dose do imunizante, segundo dados da Secretaria Estadual da Saúde (Sesa).

“Na realidade esse novo decreto que nós fizemos, que proíbe a entrada em estabelecimentos no nosso município é justamente para incentivar algumas pessoas a irem se vacinar. Nós temos um número expressivo de pessoas que já deixaram de tomar a 2ª dose, são mais de 5 mil”, explicou Marcelo Roque, prefeito de Paranaguá.

Ainda segundo a prefeitura, os primeiros dias de vigência do decreto demonstraram que a medida foi eficiente, pois a procura pela vacinação na Estação Ferroviária aumentou, inclusive daquelas pessoas que tinham perdido o prazo por conta da idade e aqueles que ficaram somente com a 1ª dose.

Confira tudo o que disse o prefeito de Paranaguá, Marcelo Roque, aos leitores do JB Litoral

Como comprovar?

Serão considerados válidos para os fins comprobatórios de vacinação as anotações constantes dos seguintes documentos oficiais:

Lugares que passam a exigir comprovante de vacinação:

Sair da versão mobile