Na tarde de segunda-feira (7), uma confusão entre duas alunas de um colégio estadual no bairro Cohapar, em Guaratuba, ganhou contornos policiais. O caso foi registrado pela Polícia Militar (PM).
De acordo com as informações da ocorrência, por volta das 16h, uma equipe da Patrulha Escola da PM, durante o deslocamento entre colégios na cidade, foi chamada para averiguar uma suposta agressão em um dos estabelecimentos de ensino. Os militares foram informados sobre a situação e se dirigiram ao local.
A dinâmica dos eventos revelou que uma aluna de 13 anos foi agredida por outra da mesma idade enquanto retornava do banheiro para sua sala de aula. A agressora apertou o pescoço da vítima, causando lesões superficiais. Funcionários do colégio intervieram imediatamente, separando as alunas e acionando suas famílias e a PM para lidar com a situação.
Durante a separação da briga, a aluna agressora acabou desferindo, sem intenção, um golpe no rosto de uma das servidoras da escola. Para garantir a segurança das alunas e preservar suas imagens, elas foram colocadas em ambientes distintos até que as medidas adequadas fossem tomadas.
A aluna que iniciou a confusão estava bastante alterada e proferiu ofensas aos funcionários presentes, exigindo que buscassem seu celular que supostamente ainda estava na sala. Uma pedagoga se ofereceu para ir ao encontro do aparelho e deixou o local. Nesse momento, a menor tentou seguir a pedagoga em direção à porta, mas foi interrompida pela diretora da escola. A diretora se posicionou à frente da aluna por temer pela segurança dos demais alunos e funcionários.
A situação escalou quando a menor começou a ofender a diretora e demonstrar comportamento agressivo, chegando a empurrá-la. A diretora relatou que quase caiu devido à força do empurrão. Durante o atendimento, os policiais foram informados que a aluna possui um histórico recente de comportamentos agressivos registrado em sua ficha escolar.
Os agentes orientaram todos os envolvidos sobre seus direitos, além de preservar a integridade das menores. O Conselho Tutelar foi acionado para acompanhar os procedimentos e encaminhou a aluna agressora ao plantão da Delegacia de Guaratuba para as medidas cabíveis.
O caso foi formalmente registrado como lesão corporal em boletim de ocorrência.