Exemplo para o país: Paraná é campeão em doações de órgãos pelo 2º ano
Pelo segundo ano consecutivo, em 2023 e 2024, o Paraná se manteve na liderança nacional em doações e transplantes de órgãos. Os dados, divulgados pelo Registro Brasileiro de Transplantes (RBT), da Associação Brasileira de Transplantes de Órgãos (ABTO), reforçam o compromisso do estado com a saúde pública.

No ano passado, o Paraná registrou 42,3 doadores por milhão de habitantes (pmp), enquanto a média nacional ficou em 19,2 pmp. Além disso, o estado também se destacou na taxa de efetivação dos transplantes: alcançou 36 pmp, quase o dobro da média brasileira, que foi de 17,5 pmp.
Por outro lado, o país ainda enfrenta um grande desafio. Atualmente, mais de 67.879 pessoas aguardam por um transplante. No Paraná, o Sistema Estadual de Transplantes (SET) contabilizou 3.843 pacientes na fila até março deste ano, sendo 2.035 homens e 1.808 mulheres. Entre esses, a maior parte espera por rins (1.955), seguida por córneas (1.631), fígado (201), coração (28), rim e pâncreas (19), pulmão (6) e pâncreas (3).
Como funciona a captação de órgãos
A captação começa com o diagnóstico de morte encefálica, momento em que a equipe médica inicia o protocolo de doação. Nesse ponto, a decisão final depende da autorização da família — um gesto que pode salvar muitas vidas. Conversar com sua família sobre o desejo de ser um doador de órgãos e tecidos pode salvar até oito vidas.
Mais informações acesse o Sistema Estadual de Transplantes do Paraná, clicando aqui.
