Quanto mais informação, maior a prevenção
Aqui no Paraná, são divulgados relatórios com informações atualizadas sobre enfermidades como dengue, chikungunya e febre amarela, além de doenças respiratórias, como a Covid-19 e Influenza, e outras, como a febre do Oropouche. Mais recentemente, passou-se também a monitorar e divulgar casos de intoxicação por metanol.
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Algumas doenças, como dengue, influenza e Covid-19, têm vacinação disponível na rede pública de saúde, via SUS. Mas há uma outra cujo calendário foi atualizado recentemente pelo Ministério da Saúde, em julho: a meningite — doença que ceifa vidas e que, até pouco tempo atrás, não estava disponível na rede pública. A primeira vacina contra a meningite entrou no calendário do SUS há 15 anos, em 2010. Antes disso, só era possível ter acesso pagando caro pelas doses em clínicas privadas. Ainda assim, mesmo com a gratuidade e com o Paraná figurando entre os estados com maior índice de cobertura vacinal (acima de 80%), o número ainda está distante dos 95% — meta do Ministério da Saúde — que poderiam salvar mais vidas. E o que fazer para conscientizar a população? Informação!
Então, alô, Governo do Paraná: que tal deixar os dados disponíveis para consulta, para que possamos saber onde esses casos estão acontecendo e alertar ainda mais sobre os riscos da doença? Por que ainda não há um relatório sobre a meningite?
