Lambança chega a mais departamentos do Palácio São José
Nós torcemos para que as “equipes técnicas”, prometidas pela atual gestão de Paranaguá, encontrem o caminho certo. Porque o que se viu nesta semana esteve longe de qualquer postura técnica e profissional. Vamos aos fatos: como alguém, em sã consciência, destitui um Conselho Municipal de Saúde, órgão fundamental para aprovar todo e qualquer recurso aplicado na saúde pública e que integra a base do SUS?
Ainda que a Prefeitura alegue ter identificado irregularidades relacionadas às reconduções aos cargos dos conselheiros, a questão deveria ser levada a uma Conferência, ainda que convocada de forma extraordinária, para a realização de uma nova eleição do Conselho, com representantes escolhidos por cada setor que o compõe. Mas nunca, em hipótese alguma, deixar o órgão impossibilitado de fiscalizar e validar os atos do Poder Executivo. Primeira bola fora. A segunda é que, mesmo após quase um ano e meio de crianças tendo aulas em espaços improvisados, as reformas das escolas que estavam, literalmente, caindo aos pedaços, avançam em ritmo lento demais para serem concluídas.
Nem mesmo a Leôncio Correia, no “quintal” do prefeito, recebeu a atenção devida e funciona com apenas metade do espaço que deveria, já que a outra parte segue interditada. Há ainda outras escolas com quadras condenadas, impedindo que as crianças usufruam do único espaço onde poderiam praticar esportes e participar de atividades lúdicas.
Aí perguntamos: quais são as prioridades?
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