Caso Kemily: Família fala ao JB Litoral e relata dúvidas sobre morte de jovem em Matinhos

Família de Kemily Lorrana Cain aponta inconsistências e aguarda laudo do IML sobre morte da jovem em Matinhos


Por Por Maria Heiffer Publicado 31/03/2026 às 13h16

A morte da jovem Kemily Lorrana Cain, de 19 anos, registrada no último sábado (28), em Matinhos, segue cercada de dúvidas.

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A morte de Kemily Lorrana Cain, de 19 anos, segue cercada de dúvidas; família cobra esclarecimentos enquanto aguarda laudo oficial. Foto: Reprodução

A família da vítima afirma ao JB Litoral que há diversas informações desencontradas sobre o caso e que, até o momento, não há confirmação oficial sobre o que realmente aconteceu.

Em entrevista, um familiar, que preferiu não se identificar, relatou que a investigação está sob responsabilidade da Polícia Civil (PCPR) e que será necessário aguardar o laudo do Instituto Médico-Legal (IML) para esclarecer a causa da morte.

“Tem muita informação desencontrada, está tudo muito estranho. O delegado está investigando e a gente vai ter que esperar cerca de 30 dias o laudo do IML para saber o que realmente aconteceu”, afirmou.

De acordo com o familiar, a circulação de informações falsas nas redes sociais tem causado ainda mais angústia. “Tem gente dizendo que ela morreu em casa, que morreu em outra cidade, e isso não é verdade”, destacou.

A família também esclareceu que, embora Kemily tenha nascido em Imbituva, ela morava atualmente em São José dos Pinhais.

O que aconteceu?

Sobre o que antecedeu a morte, o familiar relatou que a jovem teria saído com amigos após uma balada em Curitiba e seguido para o Litoral. No entanto, há versões divergentes sobre o momento em que Kemily passou mal.

“Uma hora falam que ela passou mal dentro do carro e foi levada para a UPA, outra hora dizem que ela já estava sem vida. A verdade mesmo a gente não sabe”, disse.

Ainda segundo o relato, Kemily deixa uma filha de dois anos e era descrita pela família como uma jovem tranquila. Ela morava sozinha, próximo à residência de familiares, em São José dos Pinhais.

O velório e o sepultamento ocorreram em sua cidade de origem por decisão familiar.

Em nota enviada ao JB Litoral, a PCPR informou que o caso segue sob investigação e que laudos periciais para identificar as circunstâncias da morte e o que ocasionou o óbito já foram solicitados. “A PCPR solicitou os laudos periciais para identificar as circunstâncias da morte e o que ocasionou o óbito”, encerra a nota.

Acompanhe o que o Delegado de Matinhos citou sobre o caso:

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