Vozes de um novo tempo: as mulheres são a resistência e a esperança na nossa redação


Por Brayan Valêncio Publicado 08/03/2025 às 12h38

O jornalismo é feito de palavras, mas são as vozes que lhes dão força. E, ao longo da história, muitas dessas vozes foram femininas. Assim como acontece aqui no JB Litoral, elas te informam.

Mulheres JB Litoral
As mulheres do JB Litoral são o reflexo do Brasil que queremos amanhã (Fotos: Reprodução)

As mulheres que atuam na comunicação atravessaram séculos de resistência para contar as histórias do mundo, e, ainda hoje, enfrentam desafios que fazem da sua presença um ato de coragem e de transformação.

E em meio a tantas dificuldades globais, aqui na nossa região uma série de mulheres matou no peito a responsabilidade e estão tocando um dos maiores veículos do Litoral. Desde a gestão até a revisão do texto, da coordenação de jornalismo à reportagem de rua, são mulheres que todos os dias fazem você, leitor, estar atento a cada história que precisa ser contada em cada uma das sete cidades.

Comunicar, denunciar, lapidar e transformar são verbos que estão diariamente na rotina produtiva de uma redação e aqui não é diferente. O grande ponto é que cada uma dessas palavras saem da boca de mulheres fortes que assumiram a responsabilidade de falar com milhares de pessoas.

A primeira dessas mulheres que fazem a roda girar aqui no JB é a Flávia Barros. Jornalista da casa desde 2021, Flávia é o perfeito exemplo do quão complexo é comunicar. Experiente em veículos tradicionais, como rádio e TV, quando chegou ao jornal impresso, descobriu uma nova paixão.

“Me apaixonei em também ver o meu trabalho debulhado em caracteres, aspas e fotos. O que eu mais gosto é dessa versatilidade em que tanto faz contarmos uma história de vida ou revelarmos à sociedade algo impactante para uma cidade do Litoral e até toda a região, com nuances que chegam a atingir níveis que extrapolam o local e alcançam repercussões estaduais e até nacionais”, diz a jornalista que é a principal repórter das grandes pautas e conteúdos especiais da casa.

Outra mulher que ousou comunicar com altivez é a Thais Skodowski. Jornalista com passagem pelas grandes redações do Paraná, chegou ao JB para dar atenção ao dia a dia da população e contar histórias que ninguém contou. Se tem denúncia, é nas mãos da Thais que essa matéria vai parar.

Denunciar pode parecer apenas uma crítica ou a defesa de um ponto de vista, mas, na verdade, necessita de atenção, cuidado, jogo de cintura e, principalmente, muita apuração. E todas essas características se reúnem nesta grandiosa jornalista que tem aptidão para ser a voz da comunidade. “No JB eu me sinto fazendo um jornalismo de verdade: investigativo e combativo. Como repórter do impresso, o que eu mais gosto de fazer são as histórias exclusivas do #SótemNoJB”, diz Thais.

A jornalista sabe o peso que suas matérias trazem para a população e entende que ser uma mulher nesse espaço, representa muito e pavimenta todo um caminho. “A diversidade traz novos olhares para a comunicação. A contribuição de mulheres nas redações é com abordagens diferenciadas, buscando dar visibilidade a pautas que, muitas vezes, são deixadas de lado pelos homens. Além disso, ajudam a construir narrativas mais equilibradas, quebrando estereótipos e tornando a informação mais justa”, explica.

E para quem gosta de ler o impresso toda segunda-feira, tem mais uma mulher que faz toda a diferença: Tassy Fernandes é a revisora de cada uma das matérias que chegam para o jornal. Ela edita, corrige, troca, modifica e melhora cada um dos textos, independente de quem tenha escrito originalmente.

O trabalho de revisora é minucioso e necessita de muita atenção. Ou seja, mesmo sem o seu nome na matéria, Tassy é aquela pessoa que lapida o conteúdo e faz com que tudo fique melhor e completo. Não há JB Litoral impresso se não tiver as mãos dela em cada uma das edições e, no fundo, ela sabe disso. “Meu trabalho é garantir que os textos sejam claros, coerentes e corretos, sem comprometer o estilo e a intenção de quem escreve. É uma honra poder atuar em um veículo de tanta relevância para o jornalismo. Além disso, trabalhar com uma equipe tão competente e parceira torna tudo ainda melhor”, comemora a revisora.

Na coordenação de conteúdo também é uma mulher que assume essa responsabilidade: Maisy Pires lidera toda a equipe e assegura que cada matéria, seja no site ou no impresso, tenha a marca do jornalismo do JB, que é a relevância, importância e proximidade.

Maisy transforma tudo o que acontece no Litoral em notícia. A todos os leitores que estão acostumados com o selo de qualidade do nosso jornalismo, isso só é possível porque na ponta da linha tem uma coordenadora de conteúdo pronta para cada desafio, além de saber exatamente o peso de vestir essa camisa.

Ser mulher em uma posição de liderança é uma missão que deveria ser mais comum, mas que, apesar do espaço ser majoritariamente ocupado por homens, Maisy não se intimida e vê nessa exceção do JB uma verdadeira vantagem sobre os demais. “Mulheres na comunicação são fundamentais para um jornalismo mais plural, crítico e representativo. E ter uma equipe predominantemente feminina na redação não é apenas uma característica, mas uma força, pois isso nos permite abordar as pautas com um olhar mais sensível e aprofundado. Além disso, a troca entre nós fortalece o ambiente de trabalho, criando uma rede de apoio e compreensão que reflete diretamente na qualidade e na relevância do que entregamos ao público”, diz a principal liderança jornalística do JB.

Por fim, nada disso seria possível se não houvesse uma diretora mulher chefiando cada etapa do processo. Jéssica Fernandes não é só o rosto, mas a personificação do JB Litoral. Sua história se confunde com a do jornal, afinal, não existe JB sem Jéssica e Jéssica sem JB.

Uma gestora tem inúmeras responsabilidades e no setor da comunicação elas são ainda maiores: a preocupação também é com o público externo. Jéssica sempre soube do peso e relevância da missão que é tocar um jornal e, saber o quão grande é o seu trabalho, faz toda a diferença na gestão. “Ser uma mulher à frente de um veículo de comunicação no Litoral é, ao mesmo tempo, um desafio, uma honra, um legado e uma missão. É carregar nas costas a responsabilidade de informar com credibilidade, num cenário onde a comunicação está saturada de conteúdos rasos e repetitivos. Mas o que fazemos aqui é diferente. Somos referência. Somos o parâmetro para muitos portais, dentro e fora da região. Copiam nossas informações, replicam nossas matérias, porque sabem que o que produzimos tem peso, tem fundamento, tem impacto”, celebra Jéssica.

A gestora também defende que ter tantas mulheres em posições importantes faz a diferença no conteúdo final e coloca o JB em um patamar ainda mais elevado. “A diferença está no compromisso que temos com a informação. Aqui, não tem espaço para superficialidade. Cada matéria que publicamos é apurada, bem trabalhada e embasada. Nossa equipe entende que menos é mais: não estamos preocupados em jogar volume no ar, mas em entregar qualidade. Enquanto muita gente se preocupa com o fim do impresso, eu me preocupo com o fim da boa informação. Mas aqui, isso não acontece. Nosso jornal segue relevante, nosso portal é o mais lido do Litoral e supera até veículos da capital – e não sou eu quem digo, são os números que comprovam. Isso vem da credibilidade que construímos, da confiança do nosso leitor e da qualidade do que entregamos. Esse é o diferencial. Essa é a marca que deixamos. E é por isso que somos referência”, conclui Jéssica Fernandes.

No final das contas, o Dia Internacional da Mulher é uma grande celebração, mas os problemas de gênero continuam no mundo real. Para além da fala vaga ou comemoração ficcional, nós do JB podemos dizer de boca cheia que somos exemplo a ser seguido. Mulheres merecem espaço e oportunidade e aqui isso nunca vai faltar.

Por toda a nossa história e por um futuro diferente, o JB faz hoje a transformação que será sentida amanhã. Flávia, Jéssica, Maisy, Tassy, e Thais trazem a essência e a competência da informação diária. E que com elas muitas outras venham e ocupem seus merecidos espaços.


Sobre

Jornalista, pós-graduado em Mídias Digitais, com passagem por veículos nacionais como CNN Brasil, Jovem Pan News e Record. Atuou em rádio, TV e internet, além de ter sido colunista de política no portal RIC.com.br.

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