DQD: Verde, vermelho, amarelo… Milhões em manutenção x sistema inteligente e econômico


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Por Redação Publicado 13/04/2026 às 16h46

O “avô” dos semáforos foi inventado em 10 de dezembro de 1868, em Londres, na Inglaterra, e instalado próximo ao Parlamento. Criado por John Peake Knight, utilizava braços móveis e lâmpadas a gás (vermelho e verde) para controlar carruagens e pedestres, mas explodiu após 23 dias de uso.

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Em Paranaguá, última licitação para manutenção dos 37 pontos com semáforos na cidade custaria mais de R$ 5 milhões por ano aos cofres públicos. Foto: reprodução

O modelo elétrico, “pai” do que conhecemos hoje, surgiu em 1912, nos Estados Unidos, de forma experimental, e em 1914, já com sistema elétrico patenteado, ambos apenas com luzes vermelha e verde. A luz amarela foi adicionada em 1920.

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Assim, o formato que conhecemos hoje já existe e cumpre seu papel há mais de um século. O que mudou de lá para cá foram as tecnologias, proporcionando ainda mais segurança e economia aos cofres públicos.
Esses dois aspectos, por si só, já deveriam ser suficientes para nortear as gestões. Então, o que falta para os municípios do Litoral adotarem essa premissa, assim como fez Guaratuba, com seus 12 cruzamentos semaforizados?

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Isso vale para todos: para que gastar mais com manutenção e equipamentos antigos, se há no mercado alternativas mais econômicas e eficazes? Sinal vermelho para quem ainda não pensa assim.