DQD: A História negligenciada e o silêncio nada inocente do poder público
Segundo a Psicologia, o silêncio é mais do que a ausência de som; é um espaço de autenticidade, reflexão e crescimento pessoal. Para aqueles que o valorizam, pode representar uma oportunidade de conexão interior profunda e significativa, longe das distrações e superficialidades do mundo exterior.

Mas, no jornalismo e para a sociedade, o silêncio de quem deveria prestar esclarecimentos e fornecer dados públicos pode ter inúmeras interpretações. Uma delas é a de que se quer “esconder”, ou manter longe da luz do conhecimento, o que deveria estar exposto e de fácil acesso.
A quem pode interessar não responder aos questionamentos feitos por veículos idôneos de imprensa? Perguntas simples são ignoradas em todas as esferas — federal, estadual e municipal —, obrigando-nos a recorrer a instrumentos legais, como a Lei de Acesso à Informação (LAI), ainda que isso nos custe tempo e a perda do timing, já que o prazo de resposta pela LAI é moroso. Mas vamos lá, nosso compromisso é com a sociedade; então, que façamos o barulho necessário, nada mais que isso.
