Ocupando cargos comissionados e trabalhando em outras funções: imoral e, dependendo da interpretação, ilegal
O cargo comissionado é uma posição transitória, ocupada por pessoas nomeadas por autoridade competente, destinada a funções de direção, chefia e assessoramento. No CISLIPA, o diretor-executivo, Daniel Gustavo Giaretta Fangueiro, contratado para o regime de 40 horas semanais e com um salário de R$ 18.473,60, continua atendendo em sua clínica particular como cirurgião-dentista durante o horário em que deveria estar cumprindo expediente no Consórcio.

O chefe do Departamento de Comunicação Social, Edivaldo Oliveira do Rosário, que não tem formação em Jornalismo, também segue seu trabalho como blogueiro, adotando posturas nada neutras e completamente parciais. Ele também deveria ter dedicação exclusiva ao CISLIPA, com jornada igual à do diretor-executivo e um salário de R$ 6.457,72.
Enquanto isso, o clima no Consórcio, que deveria suprir as necessidades de Saúde dos sete municípios, angariar mais recursos federais e promover conquistas como a contratação de médicos em diversas especialidades — algo mais burocrático para as prefeituras — segue nada amistoso. Em vez disso, foi imposto que as gestões dobrassem seus repasses à entidade, o que ainda não foi aprovado pelas Câmaras Municipais da maioria, gerando descontentamento entre os chefes dos Executivos Municipais.
Além disso, já se passaram mais de dois meses desde que a nova diretoria assumiu o Consórcio e, até agora, os dados do novo quadro não foram atualizados no site da entidade.
