Lama, resíduos de grãos e carretas levam o caos ao acesso à Casa do Caminhão


Por Redação JB Litoral Publicado 10/10/2014 às 12h00 Atualizado 14/02/2024 às 03h28

Apesar das muitas denúncias na imprensa e, no ano passado, ao Ministério Público do Paraná (MPPR), mais uma vez, o empresário Agostinho Sloboda, na quinta-feira e nesta sexta-feira (9 e 10) viveu o transtorno de ver fechada o acesso à sua loja, a Casa do Caminhão, por diversas carretas na BR-277, além de se deparara, diariamente, com muita lama e resíduos de grãos despejados no asfalto em Paranaguá.

Sem condições de receber clientes e usuários, em razão dos caminhões que descarregam na ForteSolo, que fazem do seu acesso um estacionamento improvisado, além de fechar a marginal paralela a BR-277. Para piorar, alguns motoristas aproveitam o tempo de espera e fazem limpeza das carretas em cima da marginal. “Isto é uma vergonha que nenhuma autoridade toma a iniciativa de combater essas pessoas que denigrem a cidade de Paranaguá pelo produto jogado no chão. Quando chega um turista ou pessoas de outros estados sentem essa podridão no chão e o forte mau cheiro. Até quando isso continuará ?

Nenhum Empresário gosta ver isso acontecer na sua cidade e, eu como cidadão de Paranaguá, também não gosto”, disse Agostinho Sloboda, Diretor Administrativo da Casa do Caminhão. O empresário chegou fazer registro fotográfico desta situação e enviou para redação do JB informando ainda que até a Policia Rodoviária Federal, mais uma vez, foi até o local e constatou a irregularidade.

No ano passado o empresário gastou mais de R$ 70mil numa nova tentativa de minimizar o problema, aonde as carretas chegam aponto de usar, inclusive o estacionamento dos clientes e a própria via pública. Mais uma vez, o empresário Agostinho Sloboda e os comerciantes vizinhos tiveram de absorver prejuízos pelo congestionamento de caminhões diante da Casa do Caminhão na quarta–feira.

E mais uma vez, a via pública e o acesso de entrada até sua loja, onde foram gastosmais de R$ 70 mil em pedras e mão de obra, estava fechada por carretas e caminhões, que usam o local como estacionamento para fazer a descarga na Forte-solo, que fica a poucos metros da Casa do Caminhão. Há anos que esta situação, tem resultado em prejuízos para o empresário e comerciantes vizinhos, pois o congestionamento de carretas fecha o acesso para seus comércios e para BR-277.

“Tudo continua a mesma coisa que estava nos meses anteriores. ninguém tomou providência alguma. O Ministério Público está para julgar este processo e eu não sei o que está acontecendo. É lamentável falar todo dia sobre isso. Simplesmente, eles fecham a entrada e saída e a empresa está perdendo dinheiro e tendo que captar dinheiro lá de fora para investir na geração de emprego de Paranaguá. Estamos levando prejuízo mês a mês”, desbafou o empresário.

No início de agosto de2013 foi preciso que a Polícia Militar e a PRF desbloqueassem a entrada da Casa do Caminhão depois de novo fechamento do acesso a loja. Desta vez, nem PM e tampouco a PRF apareceram para solucionar o problema.

Veja abaixo como ficou o acesso à loja na quinta-feira e sexta-feira.

 

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